7 sinais de alerta para detecção do mal de Alzheimer:

 

Ficheiro:Cerebro corte frontal Alzheimer.jpg

1 – O Idoso está fazendo a mesma pergunta várias vezes.
2 – Repetindo a mesma história, palavra por palavra, várias vezes.
3 – Esquecendo-se como cozinhar, ou como fazer coisas que fazia rotineiramente com facilidade e regularidade.
4 – Perder a habilidade para pagar contas ou lidar com cálculos simples
5 – Ficar perdido dentro da própria casa ou em outro ambiente que lhe seja familiar
6 – Esquecer de tomar banho e usar a mesma roupa e por vezes insistir que a roupa está limpa
7 – Entregar a outra pessoa (marido, esposa ou parente com quem conviva) decisões importantes que antes eram tomadas por ela

 

por bispojosimar Postado em Saude

Como proceder em caso de crime pela internet

images.1No Brasil, os principais crimes cometidos pela internet são os contra a honra (injúria, calúnia e difamação), a exibição de imagens de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes e a divulgação de textos e imagens de conteúdo racista e preconceituoso, além de fraudes envolvendo cartões de crédito.

A grande dificuldade na investigação desses crimes é a inexistência de legislação específica para a Internet. Assim, é preciso usar as leis do Código Penal, de 1941, para se defender. A única exceção é a lei que proíbe as cópias de software.

A falta de leis atualizadas dificulta o trabalho da polícia. Um dos maiores problemas, segundo o delegado João Renato Weselowski, da Delegacia de Meios Eletrônicos de São Paulo, é a necessidade de autorização judicial para identificar o IP (uma espécie de endereço do computador) de um suspeito.

Outro empecilho, explica Weselowski, é o caráter internacional dos crimes cometidos pela Internet. “Muitas vezes, um site de conteúdo racista ou pornográfico hospedado num servidor brasileiro foi feito por uma pessoa na Europa, e vice-versa”.

Como proceder em caso de crime?

Em caso de crime, a pessoa pode fazer queixa em qualquer delegacia. Cópias de e-mails e print-screens (imagens que reproduzem o que está na tela do computador) servem para fazer o B.O.. Posteriormente, munidos de uma ordem judicial, os investigadores têm acesso ao conteúdo dos sites ou e-mails suspeitos.

É bom lembrar que, em caso de ofensas ou calúnias enviadas por e-mail, não existe crime se somente a pessoa alvo das difamações recebeu a mensagem. “Só há infração se outras pessoas souberem”, explica Weselowski. Já e-mails enviados a terceiros ou sites com conteúdo ofensivo configuram crime.

De acordo com a legislação atual, os servidores não podem ser responsabilizados criminalmente pelo conteúdo dos sites que hospedam. “Hoje, só pode acontecer algo na área cível. Mas acredito que isso deverá mudar em breve”, afirma o delegado.

Cartões de crédito

Outro crime comum na Internet é a fraude envolvendo cartões de crédito. Quando uma pessoa compra algo usando o cartão, seu nome e número ficam armazenados na empresa que efetuou a venda. Se alguém conseguir invadir o sistema desta empresa, poderá ter acesso aos dados.

O perigo existe mesmo nos chamados sites seguros. No momento da compra, realmente não há perigo de alguém descobrir o número do cartão do consumidor. Mas, se o sistema em que os dados ficam armazenados for vulnerável, um hacker pode acessá-los.

Em caso de cobrança indevida, o consumidor deve entrar em contato imediatamente com a administradora do cartão. Se ela não estornar lançamentos indevidos, o consumidor deverá formalizar reclamação em um órgão de defesa do consumidor, no Juizado Especial Cível (valores até 20 salários mínimos) ou Justiça Comum.

Uma Colaboração de

Josimar Magalhães de Brito
Teólogo – Juiz – Capelão

Perigos na Internet, o que são crimes virtuais?

71515_468693689857287_601752679_nCrimes virtuais são os delitos praticados através da internet que podem ser enquadrados no Código Penal Brasileiro e os infratores estão sujeitos às penas previstas na Lei.

Ameaça – É crime escrever ou mostrar uma imagem que ameace alguém, avisando que a pessoa será vítima de algum mal ainda que seja em tom de piada ou brincadeira. Mesmo se isso é feito de maneira anônima, é possível para a polícia e para o provedor descobrir quem foi o autor da ameaça.

Difamação, injúria e calúnia – São crimes contra a honra. Podem ocorrer nas redes sociais, por exemplo, se alguém divulgar informações falsas que prejudiquem a reputação de outra pessoa, ofendam a dignidade do outro ou maldosamente acusem alguém de criminoso, desonesto ou perigoso.

Discriminação –Escrever uma mensagem ou publicar uma imagem que seja preconceituosa em relação a raça, cor, etnia, religião ou origem de uma pessoa. Isso acontece mais frequentemente em redes sociais – é só lembrar das comunidades do tipo “Eu odeio…” – leia a história em quadrinhos “Eu odeio”.

Estelionato – Ocorre quando o criminoso engana a vítima para conseguir uma vantagem financeira. Pode acontecer em sites de leilões, por exemplo, se o vendedor enganar o comprador recebendo o dinheiro da transação sem entregar a mercadoria – leia a história em quadrinhos “Fim de Jogo”.

Falsa identidade – Ocorre quando alguém mente seu nome, idade, estado civil, sexo e outras características com o objetivo de obter alguma vantagem ou prejudicar outra pessoa. Pode acontecer numa rede social, por exemplo, se um adulto mentir de má fé e se fizer passar por um adolescente para se relacionar com usuários jovens.

Phishing – É quando informações particulares ou sigilosas (como número do CPF, da conta bancária e senha de acesso) são capturadas para depois serem usadas em roubo ou fraude. Em inglês, pronuncia-se “fíchin” – leia a história em quadrinhos “inSeguro”.

Pirataria – É copiar ou reproduzir músicas, livros e outras criações artísticas sem autorização do autor. Também é pirataria usar softwares que são vendidos pelas empresas, mas o usuário instalou sem pagar por eles. A pirataria é um grande problema para quem produz CDs, filmes, livros e softwares. Na área de informática, aproximadamente 41% dos softwares instalados em todo o mundo em 2009 foram conseguidos ilegalmente – link para a história em quadrinhos “Pirataria tem preço”.

Crimes realizados através da internet podem levar a punições como pagamento de indenização ou prisão. As punições para menores de 18 anos são diferentes, mas elas existem – pode ser prestação de serviços à comunidade ou até internação em uma instituição.

Isto é um Alerta. Uma Colaboração do amigo,

Josimar Magalhães de Brito
Teólogo – Juiz – Capelão

FRATURA DO TORNOZELO

 O que é a fratura do tornozelo?
O que é a fratura do tornozelo? No tornozelo, existem duas protuberâncias ósseas, chamadas maléolos, que são as extremidades distais dos dois ossos da perna, a fíbula e a tíbia. Quando um ou os dois ossos são fraturados, considera-se fratura de tornozelo.
Como ocorre?A causa mais comum dessa fratura é o passo em falso seguido de torção; mas existem outras possibilidades de causas, como:• Quedas;• Esportes de contato;• Pancadas fortes;• Acidentes automobilísticos; entre outras.

Existem diversos tipos de fraturas. Cada um determina a gravidade da lesão e seu tratamento:

• Fratura Sem Deslocamento: Os pedaços do osso quebrado permanecem alinhados.

• Fratura Com Deslocamento: Os pedaços do osso quebrado perdem o alinhamento.

• Fratura Fragmentada: O osso é fraturado em mais de duas partes.

• Fratura Exposta: A pele é rasgada, muitas vezes pelo próprio osso fraturado, que fica em contato com o ar, o que facilita a entrada de bactérias no corpo, aumentando o risco de infecção.

• Fratura Fechada: Não há perfuração da pele pelo osso fraturado.

• Fratura de Impacto: As extremidades do osso fraturado se aproximam.

• Fratura de Avulsão: O músculo ou o ligamento, que se insere no osso, arranca um
pedaço dele, afastando esta porção do restante do osso.

• Fratura Patológica: O osso foi enfraquecido ou destruído por enfermidade (como osteoporose), facilitando a fratura.

Quais são os sintomas ?

Os sintomas da fratura de tornozelo podem incluir:

• Um estalo na hora da lesão.

• Dor aguda após o trauma.

• Perda da função (dor ao movimentar o tornozelo).

• Edema.

• Deformidade.

• Descoloração da pele ou hematomas, que aparecem horas ou dias após a lesão.

Como é diagnosticada?

Para diagnosticar uma fratura de tornozelo, o médico verificará os sintomas, o mecanismo da lesão e examinará a articulação do paciente.

Radiografias devem ser solicitadas. Vários ângulos diferentes podem ser radiografados, para localizar com precisão o local da fratura.

Como tratar?

O tratamento imediato consiste em imobilização, elevação, compressão e a aplicação de compressas de gelo. O médico talvez precise colocar o osso do tornozelo de volta no lugar e engessá-lo, por seis a oito semanas.

A cirurgia é necessária quando o osso do tornozelo não pode ser alinhado com perfeição antes de ser engessado. Nas primeiras duas ou três semanas após a lesão, o paciente deve manter o tornozelo elevado sobre um travesseiro. O gesso não deve ser molhado, e por isso deve ser coberto com um plástico na hora do banho.

O uso de muletas ou bengala poderá ser indicado pelo médico, neste caso ele instruirá o paciente o quanto de peso pode ser apoiado sobre a perna.

Não se deve coçar a pele em volta do gesso ou usar objetos (como cabide, agulha de tricô, etc) para coçar a pele coberta pelo gesso.

Como se cuidar?

• A alimentação deve ser variada e contar com alimentos nutritivos.

• Descanso.

• Elevação da perna, sempre que possível para evitar o edema.

O médico deverá ser chamado imediatamente se:

• O edema se apresentar acima ou abaixo da fratura.

• As unhas dos dedos dos pés ficarem cinza ou azul, mesmo quando a perna estiver elevada.

• Houver falta de sensibilidade da pele abaixo da fratura.

• Houver dor prolongada no local da fratura dentro do gesso ou aumento de dor que não possa ser atenuada com a elevação da perna ou com a ingestão de analgésicos.

• Houver ardência dentro do gesso.

Quando retornar ao esporte ou à atividade?

O objetivo da reabilitação é que o retorno do paciente ao esporte ou à atividade aconteça o mais breve e seguramente possível. O retorno precoce poderá agravar a lesão, o que pode levar a um dano permanente.

Todos se recuperam de lesões em velocidades diferentes e, por isso, para retornar ao esporte ou à atividade, não existe um tempo exato, mas quanto antes o médico for consultado, melhor.

O retorno ao esporte acontecerá, seguramente, quando o paciente:

• Possuir total alcance de movimento do tornozelo lesionado, em comparação ao tornozelo são.

• Possuir total força do tornozelo lesionado, em comparação ao tornozelo são.

• Correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar.

• Correr em linha reta, a toda velocidade, sem mancar.

• Fizer viradas bruscas a 45º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Pular com ambas as pernas e somente com a perna lesionada, sem sentir dor.

Exercícios de reabilitação para o tornozelo fraturado:

*** Atenção, cuidado ! Sempre faça os seus exercícios acompanhado por um profissional

Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.

A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os objetivos, como: analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito sem a supervisão de um profissional.

1 – Alongamento Com a Toalha:Sentar sobre uma superfície firme, com a perna lesionada estendida à frente do corpo.Laçar o pé com uma toalha e puxá-la, suavemente, em direção ao corpo, mantendo os joelhos estendidos.Manter essa posição por 30 segundos e repetir 3 vezes.Para um bom alongamento, é necessário sentir, apenas, um desconforto, não devendo permitir uma dor aguda.Quando esse alongamento for muito fácil, deve-se iniciar o alongamento da panturrilha em pé.
2 – Alongamento em Pé da Panturrilha:Ficar de pé, com os braços estendidos para frente e as mãos espalmadas e apoiadas em uma parede na altura do peito.A perna do lado lesionado deve estar, aproximadamente, 40 cm atrás da perna do lado são.Manter o lado lesionado estendido, com o calcanhar no chão, e inclinar-se contra a parede.Flexionar o joelho da frente até sentir o alongamento da parte de trás do músculo da panturrilha, do lado lesionado.Manter essa posição de 30 a 60 segundos e repetir 3 vezes.
3 – Alongamento do Músculo Sóleo:Em pé, de frente para parede com as mãos na altura do peito, com os joelhos levemente dobrados e o pé lesionado para trás, gentilmente apoiar na parede até sentir alongar a parte inferior da panturrilha.Virar o pé lesionado levemente para dentro e manter o calcanhar no chão.Manter essa posição por 30 segundos e repetir 3 vezes.
4 – Arco do Movimento do Tornozelo:Pode ser feito sentado ou deitado.Com a perna esticada e o joelho apontando para o teto, movimentar o tornozelo para cima e para baixo, para dentro e para fora e em círculos.Não dobrar o joelho enquanto estiver fazendo esse exercício.Repetir 20 vezes para cada direção.
5 – Exercícios Com a Faixa Terapêutica:A – Resistência a dorsiflexão:Sentado com a perna lesionada estendida e o pé perto de uma cama, enrolar a faixa ao redor da planta do pé. Prender a outra extremidade da faixa no pé da cama.Puxar os dedos do pé, no sentido do corpo. Lentamente, retornar à posição inicial.Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.B – Resistência à flexão plantar:

Sentado com a perna lesionada estendida, laçar a planta do pé com o meio da faixa.

Segurar as pontas da faixa com ambas as mãos e, suavemente, empurrar o pé para baixo apontando os dedos do pé para frente, tencionando a faixa terapêutica (thera band), como se estivesse acelerando o pedal de um carro.

C – Inversão com resistência:

Sentar com as pernas estendidas, cruzar a perna não lesionada sobre o tornozelo lesionado.

Enrolar a faixa no pé lesionado e em seguida laçar pé bom, para que a faixa terapêutica (thera band) fique com uma ponta presa.

Segurar a outra ponta da faixa terapêutica (thera band) com a mão. Virar o pé lesionado para dentro e para cima.

Retornar à posição inicial. Fazer 3 séries de 10.

D – Eversão com resistência:

Sentado, com ambas as pernas estendidas e a faixa laçada em volta de ambos os pés.

Lentamente, virar o pé lesionado para cima e para fora.

Manter essa posição por 5 segundos. Fazer 3 séries de 10.

 

6 – Elevação dos Calcanhares:Segurar em uma cadeira e suspender o corpo sobre os dedos dos pés, tirando os calcanhares do chão.Manter esta posição por 3 segundos e, lentamente, voltar à posição inicial.Repetir 10 vezes e fazer 5 séries.À medida que o exercício ficar fácil, levantar, apenas, o lado lesionado.
7 – Elevação Dos Dedos do Pés:Em pé, tirar os dedos do chão.No início pode-se balançar para trás sobre os calcanhares, de maneira que os dedos dos pés saiam do chão, para facilitar o exercício.Manter essa posição por 5 segundos e fazer 3 séries
de 10.
8 – Equilíbrio Sobre Uma Perna:Ficar em pé, sem apoiar em nada e equilibrar-se sobre a perna lesionada.Não deixar que o arco do pé aplaine-se, nem que os dedos do pé se dobrem.Começar com os olhos abertos e, posteriormente, tentar fazer o exercício com os olhos fechados.Manter a posição sobre uma única perna por 30 segundos.Repetir 3 vezes.
9 – Pular Corda:Pular corda com as duas pernas, por 1 minuto, depois apenas sobre a perna lesionada, por 1 minuto.Se ficar fácil, aumentar o tempo.
10 – Tábua de Equilíbrio:Esse exercício é importante para restaurar o equilíbrio e a coordenação do tornozelo.Subir em uma tábua de oscilação e equilibrar-se apoiando sobre ambas as pernas e depois, sobre a perna lesionada.Fazer isso por 2 a 5 minutos, 3 vezes ao dia.Uma cadeira pode ser colocada em frente ao paciente, para ajudar a equilibrar-se.
por bispojosimar Postado em Saude

Transtorno Psicótico (Ana Lucia Santana)

Transtorno Psicótico (Ana Lucia Santana)

Diferentemente das outras doenças emocionais, que podem ser comparadas às experiências humanas, a psicose ou transtorno psicótico não encontra base de analogia com nenhuma vivência pessoal, e não é semelhante nem ao sonho mais irreal. Este estado mental indica uma perda de contato com o real. A pessoa que atravessa uma crise psicótica pode ter alucinações, delírios, mudanças comportamentais e pensamento confuso. Estes sintomas estão aliados a uma carência de visão crítica que leva o indivíduo a não reconhecer o caráter estranho de seu comportamento. Assim, ele tem sérias dificuldades nos relacionamentos sociais e em executar as tarefas cotidianas.

O grau desta perda de contato com a realidade depende da intensidade da psicose. Quando não estão em crise, os pacientes cuidam de si mesmos, preocupam-se com sua qualidade de vida, alimentam desejos sexuais, desempenham bem seus papéis sociais, interagindo com o outro sem problemas. A psicose em si tem início quando a pessoa começa a se relacionar com objetos irreais, modificando suas atitudes, idéias e visões de mundo em função desse relacionamento. A partir daí a realidade vai perdendo o significado para o paciente. Ele pode cismar com situações absurdas ou com pessoas que não existem, embora continue a viver no mundo real.Uma reação psicótica pode ser provocada por uma grande quantidade de stressores do sistema nervoso. As pessoas podem passar por experiências transitórias de alucinações, por exemplo, sem que se caracterize uma psicose permanente, com conseqüências para a vida toda. Elas podem inclusive aproveitar essas vivências como inspiração artística ou como revelação divina. Assim, alguns autores dizem que se deve lidar com a psicose como uma continuidade do estado de consciência. Segundo o DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, guia de diagnósticos utilizado amplamente nos EUA -, a psicose é considerada um sintoma de uma perturbação mental, mas não como uma doença em si mesma. De acordo com este mesmo Manual, a psicose é dividida em dois tipos – funcional, como a esquizofrenia e as doenças afetivas, e orgânica, como resultado de uma demência ou de intoxicações.

Sintomas

Os psicóticos agem de um modo bizarro, assumem posturas estranhas, vestem-se de uma forma excêntrica, têm alucinações, idéias falsas e arrebatadoras, confundem os acontecimentos. São quase sempre impulsivos e estão constantemente em risco, pois distorcem a realidade e agem baseados nesta percepção ilusória; eles não têm uma clara consciência de si mesmos e do ambiente em que se encontram. Os pensamentos sem coerência e carentes de um mínimo de organização refletem-se na fala do paciente; a memória também é seriamente comprometida, tanto no registro, quanto na detenção das lembranças e no seu resgate. Sua orientação temporal fica igualmente prejudicada e as emoções vão da apatia e da depressão ao medo e à raiva.

Esta doença psíquica pode ter como causas uma tendência genética ou elementos orgânicos externos provocados por fatores ambientais e psicossociais, que desencadeiam os sintomas acima descritos. O paciente pode até mesmo deixar de se cuidar, seja na esfera da alimentação ou na da higiene. Teóricos como Freud e Lacan abordaram a psicose em suas pesquisas. O primeiro a associou à neurose, enquanto o segundo a ligou a uma forclusão – mecanismo presente na teoria lacaniana que garante à psicose sua condição essencial, a falta, distinguindo-a assim das neuroses. Trata-se de um significante, o Nome-do-Pai, parte integrante do campo do real. Para Lacan, o psicótico sofre justamente da carência desse elemento – uma ponte para a realidade, que passa pela castração simbólica, experiência ausente no processo mental deste paciente; assim ele se vê muitas vezes cotejado com a castração real.

O psicótico pode, em crise, ser considerado um perigo para si mesmo e para os outros. Quando ele ou seus familiares procuram o atendimento de emergência, os médicos devem estar atentos a qualquer sinal de violência, mesmo nos pacientes que parecem mais racionais. Qualquer indício de irascibilidade deve ser levado a sério e contido, seja pela redução dos estímulos externos, pela diminuição das trocas na equipe de atendimento, por uma atitude calma e tranqüila do médico, ou até mesmo através de uma demonstração de força, quando o paciente deve visualizar os seguranças do pronto-socorro, inclusive para que ele organize melhor seus pensamentos e retome o controle de suas emoções. O medicamento deve ser evitado na avaliação do psicótico, pois complica essa investigação médica, a não ser que o comportamento do paciente se torne tão agitado e violento que impossibilite o prosseguimento do exame e exija uma sedação.

por bispojosimar Postado em Saude

Vírus Gripe A H1N1

Pandemia Vírus Gripe A H1N1
November 23rd, 2009

Pandemia Vírus Gripe A H1N1 – como evitar o contágio e parar o vírus pandémico? Qual o tratamento mais eficaz? O que é a pandemia da gripe A e quais os factores que levam ao alastramento da pandemia da Gripe H1N1? As pandemias são fenómenos naturais que resultam da evolução dos virus da gripe A, ao longo do tempo. Em média ocorrem três pandemias por

 século, em intervalos de 10 a 60 anos. Para que haja uma pandemia são necessários três requisitos: surgir um novo subtipo de vírus influenza; esse vírus ter capacidade para provocar infecções graves em humanos; existir transmissão de pessoa-a-pessoa.
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Gripe A H1N1 Morte Fetos
November 19th, 2009
Gripe A H1N1 Morte Fetos está a criar uma grande polémica em torno do meta Gripe H1N1 A e as grávidas. Como medida de precaução, alguns hospitais do país, restringiram o número de visitas a mulheres grávidas, ou mulheres cujo parto já tenha ocorrido e cujos recém nascidos estejam junto às suas mães. Esta medida serve para evitar possíveis contágios, uma vez que as grávidas e lactantes são conhecidos grupos de risco. Na maioria dos casos, é permitida a entrada de apenas uma pessoa.
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Sintomas de Gripe A H1N1
November 11th, 2009
Sintomas de Gripe A H1N1 em Portugal têm vindo a aumentar e muito se tem falado – em toda a media – no estado de propagação da epidemia na Europa. Neste post falaremos dos principais sintomas da Gripe A H1N1 e quais os principais grupos de risco. É fundamental que os doentes com Gripe A que recuperam em casa estejam atentos a novos sintomas. Os sinais de alarme nos adultos são: dificuldades em respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito ou no abdómen, tonturas repentinas, sensação de estado de confusão, vômitos persistentes ou intensos, reaparecimentos da febre, e tosse mais agressiva após melhoria dos sintomas da gripe.

por bispojosimar Postado em Saude

Mal de Alzheimer

Mal de Alzheimer
17-07-2011 06:23Alzheimer
Aviso médico
Classificação e recursos externos

O Mal de Alzheimer foi descrito pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer
CID-10 G30., F00.
CID-9 331.0, 290.1
OMIM 104300
DiseasesDB 490
MedlinePlus 000760
Nota: Este artigo é sobre a doença. Para o médico que deu o nome a doença, veja Alois Alzheimer.
O Mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer é umadoença degenerativa atualmente incurável mas que possui tratamento. O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família. Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos no Brasil e em Portugal, sendo mais de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente. [1] Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua prevalência aumenta exponencialmente com os anos sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.[2]Índice
1 Prevalência
2 Sintomas
2.1 Primeira fase dos sintomas
2.2 Segunda fase (demência inicial)
2.3 Terceira fase
2.4 Quarta fase (terminal)
3 Histopatologia
4 Fisiopatologia
5 Evolução
6 Prevenção
7 Tratamento
7.1 Medicamentos psiquiátricos
7.2 Novos medicamentos
7.3 Cuidadores
8 Ver também
9 Referências
10 Ligações externas

Prevalência

No mundo o número de portadores de Alzheimer é cerca de 25 milhões, com cerca de 1 milhão de casos no Brasil[3] e cerca de 100 mil em Portugal.[4]

Existe uma relação inversamente proporcional entre a prevalência de demência e a escolaridade. Nos indivíduos com oito anos ou mais de escolaridade a prevalência é de 3,5%, enquanto que nos analfabetos é de 12,2%.[5]

Sintomas

As áreas mais afetadas são as associadas a memória, aprendizagem e coordenação motora
Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum, por exemplo, o sintoma primário mais comum é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão mental, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. Antes de se tornar totalmente aparente o Mal de Alzheimer vai-se desenvolvendo por um período indeterminado de tempo e pode manter-se não diagnosticado e assintomático durante anos. [6]

A evolução da doença está dividida em quatro fases.

Primeira fase dos sintomas

Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento natural ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória de curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe onde está nem em que ano está, em que mês ou que dia. Quanto mais cedo os sintomas forem percebidos e o tratamento mais eficaz é o tratamento e melhor o prognóstico.

Segunda fase (demência inicial)

Com o passar dos anos, conforme os neurônios morrem e a quantidade de neurotransmissores diminuem, aumenta a dificuldade em reconhecer e identificar objectos (agnosia) e na execução de movimentos (apraxia).

A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.

Terceira fase

A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.

Quarta fase (terminal)

Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).

Mal de Alzheimer :
Alzheimer Aviso médico Classificação e recursos externosO Mal de Alzheimer foi descrito pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer CID-10G30., F00.CID-9331.0, 90.1OMIM104300DiseasesDB490MedlinePlus0007
por bispojosimar Postado em Saude

Mal de Parkinson

Mal de Parkinson
17-07-2011 06:18
O QUE É O MAL DE PARKINSON?
Quase duzentos anos depois de sua descoberta, muito pouco se sabe sobre a doença de Parkinson. O que não é de causar espa
nto, pois até entre os parkinsonianos existem aqueles

que não sabem que são portadores da doença.
A doença de Parkinson é uma enfermidade qu

e foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson. É uma doença neurológica que
causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio e alterações na fala e na escrita.
Não há evidências de que ela seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável. É progressiva e a sua causa ainda continua desconhecida.
A doença de Parkinson é consequência da degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. “Há décadas se conhecia essa substância, que contêm muita melanina – o mesmo pigmento
que escurece a pele – mas não se sabia direito qual era sua função. No começ
o do século XX, percebeu-se que nos pacientes com Parkinson a substância negra se encontrava atrófica. Ficava com pigmentação mais clara e esmaecida, pois perdia a cor natural, quase preta dada pela melanina. Pondo algumas dessas células no microscópio, pôde verificar que elas estavam passando por um processo de degeneração”, conta Papaterra.
Embora essa tenha sido a primeira observação científica sobre o mecanismo da doença de Parkinson, não se sabia ainda qual era a função dessas células. Foram necessários mais 40 anos para concluir que elas fabricavam uma substância química que funciona como neurotransmissor, a dopamina.
A dopamina é responsável pela transmissão de sinais na cadeia de circuitos nervosos. A mensagem que cada
célula passa para a seguinte depende de mecanismos desse neurotransmissor. Se falta dopamina, o paciente tem grande dificuldade para realizar movimentos simultâneos.
“Ele não consegue andar e conversar ao mesmo tempo nem realizar um movimento com a mão direita e outro com a esquerda. Perdidos esses automatismos, para andar precisa pensar isoladamente em cada passo e, enquanto ocupa o cérebro com isso, não consegue fazer mais nada. Portanto, um dos resultados clínicos dessa
O mal de Parkinson, também chamada de doença de Parkinson, ou simplesmente Parkinson, é uma doença do sistema nervoso central que afeta a capacidade do cérebro de controlar nossos movimentos. O mal de Parkinson recebe esse nome em homenagem ao Dr. James Parkinson, o primeiro médico a descrever a doença.alteração bioquímica cerebral é a perda da capacidade de realizar movimentos automáticos”, conclui Reis Barbosa.
Mal de Parkinson : introduçãoO nosso cérebro não é responsável apenas pelos nossos pensamentos e raciocínios; todo movimento que fazemos, desde um simples piscar de olhos até o ato de andar, nasce de uma ordem vinda do sistema nervoso central, que através de neurotransmissores chega ao seu destino final, os músculos.Um grupo de células cerebrais, chamado de neurônios dopaminérgicos, são responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor que age no controle dos movimentos finos e coordenados. Alguns atividades do nosso dia-a-dia são tão triviais que nunca paramos para pensar na sua complexidade. O ato de beber um copo d’água, por exemplo, requer um grande controle dos nossos músculos, não só para levar o braço até o copo, mas também para agarrá-lo de modo estável, levá-lo até a boca e virá-lo apenas o suficiente para que uma quantidade x do líquido chegue a nossa boca. Isso são chamados de movimentos finos, muito dependentes da ação dos neurônios dopaminégicos. O mal de Parkinson se caracteriza pela destruição destes neurônios, levando a uma escassez de dopamina no sistema nervoso central e, consequentemente, a um distúrbio dos movimentos.
Fatores de risco para o mal de ParkinsonOs sintomas da doença de Parkinson só surgem quando cerca de 80% dos neurônios encontram-se destruídos. O porquê desta destruição ainda é desconhecido, o que faz com que o mal de Parkinson seja considerada uma doença idiopática, ou seja, sem causa definida. Entretanto, alguns fatores de risco já foram identificados:- Idade: a doença de Parkinson é um enfermidade tipicamente de pessoas idosas, iniciando-se normalmente ao redor dos 60 anos de idade. É raro encontrar pacientes com mal de Parkinson antes dos 40 anos.
– História familiar: familiares de pacientes com Parkinson têm maior risco de desenvolver a doença
– Sexo Masculino: o mal de Parkinson é mais comum em homens que em mulheres
– Traumas no crânio: isolados ou repetitivos, como nos lutadores de boxe, podem lesar os neurônios dopaminérgicos.
– Contato com agrotóxicos: certas substâncias químicas podem causar lesões neurológicas que levam ao Parkinson.Sintomas do mal de ParkinsonOs sinais e sintomas do mal de Parkinson podem ser divididos em 2 categorias: motores e não-motores
1.) Sintomas motores do mal de Parkinson- Tremores: ocorrem principalmente quando o paciente encontra-se em repouso e melhora quando se movimenta o membro. Esta é uma característica que distingue o tremor da doença de Parkinson dos tremores que ocorrem por outras causas.Em fases inicias da doença, o tremor é intermitente e costuma passar despercebido pelos familiares e amigos. O paciente pode referir uma sensação de “tremor interno”, como se algum dos membros estivesse tremendo, quando na verdade, o tremor não é perceptível para outros. Os tremores perceptíveis costumam começar em uma das mãos, normalmente com movimentos entre o dedo indicador e o polegar, como se estivesse a contar dinheiro. Com o passar dos anos a doença avança e os tremores se tornam mais generalizados, alcançando outros membros.
O tremor em repouso é o sintoma inicial do mal de Parkinson em 70% dos casos. Com o evoluir da doença, praticamente todos os pacientes apresentarão algum grau de tremor. São poucos os casos de Parkinson que não causam tremores.Como o tremor da doença de Parkinson ocorre em repouso e melhora à movimentação, este acaba não sendo um sintoma muito incapacitante, ao contrário da bradicinesia.- Bradicinesia: significa movimentos lentificados. A bradicinesia é o sintoma mais incapacitante do Parkinson. O paciente sente-se cansado, com intensa fraqueza muscular e sensação de incoordenação motora. Tarefas simples tornam-se muito difíceis, como abotoar uma camisa, digitar no computador, pegar moedas dentro do bolso ou amarrar os sapatos. O doente refere dificuldade para iniciar qualquer movimento voluntário. O paciente torna-se hesitante e descoordenado.
Com o tempo até andar vira uma tarefa difícil; os passos tornam-se curtos e lentos, o paciente apresenta dificuldade para se levantar e sente-se desequilibrado quando em pé.- Rigidez: a rigidez dos músculos é outro sintoma importante do mal de Parkinson. Assim como o tremor e a bradicinesia, a rigidez inicia-se apenas de um lado, generalizando-se conforme a doença progride. A sensação que se tem é a de que os músculos estão presos, muitas vezes limitando a amplitude dos movimentos e causando dor. Um dos sinais típicos é a perda do balançar dos braços enquanto se anda.- Instabilidade postural: nosso equilíbrio enquanto andamos ou permanecemos em pé depende do bom funcionamento do cérebro; é ele que controla nosso tônus e reflexos musculares que mantêm nosso centro de gravidade estável. A perda da estabilidade postural é um sintoma que só ocorre em fases avançadas da doença de Parkinson, manifestando-se principalmente com quedas regulares.
Outros sintomas comuns do mal de Parkinson:
– Perda expressão facial (expressão apática)
– Redução do piscar dos olhos
– Alterações no discurso
– Aumento da salivação
– Visão borrada
– Micrografia (caligrafia altera-se e as letras tornam-se pequenas)
– Incontinência urinária (leia: INCONTINÊNCIA URINÁRIA | Causas, tipos e diagnóstico)2.) Sintomas não-motores do mal de ParkinsonAlém de todas as alterações motoras, os pacientes com doença de Parkinson também podem desenvolver uma data de alterações neurológicas como demência, alterações do sono, depressão, ansiedade, memória fraca, alucinações, psicose (leia: O QUE É PSICOSE ?), perda do olfato, constipação intestinal, dificuldades para urinar, impotência sexual, raciocínio lentificado e apatia.
Diagnóstico do mal de Parkinson Várias outras doenças neurológicas podem apresentar um quadro clínico semelhante ao mal de Parkinson, o que torna difícil a distinção, principalmente me fases inicias da doença.O grande problema é que não existe um exame complementar, seja de sangue ou de imagem, que forneça o diagnóstico da doença de Parkinson. O médico baseia-se apenas na história clínica e no exame físico para fechar o diagnóstico, o que torna importante a experiência do especialista.Em geral, para o diagnóstico é preciso identificar 2 dos 3 principais sintomas motores (tremor em repouso, bradicinesia ou rigidez), associado a uma melhora destes com o uso de medicamentos específicos para doença de Parkinson. Nem sempre o quadro clínico inicial é suficientemente claro para se estabelecer o diagnóstico.

Tratamento do mal de Parkinson
Não há cura para o mal de Parkinson, porém, os tratamentos atuais são bastante efetivos no controle dos sintomas.
Uma das drogas mais usadas é a levodopa + carbidopa (Sinemet), que é transformada em dopamina dentro do cérebro. Várias outras drogas que simulam a ação da dopamina no cérebro podem ser usadas, entre elas: bromocriptina, pramipexol e ropinirol.
Alem do tratamento medicamentoso, a prática de exercícios regulares é importante para retardar os sintomas motores da doença.
Mal de Parkinson : Quase duzentos anos depois de sua descoberta, muito pouco se sabe sobre a doença de Parkinson. O que não é de causar espanto, pois até entre os parkinsonianos existem.
por bispojosimar Postado em Saude

Hipertensão

Hipertensão 17-07-2011 06:26
Hipertensão arterial
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Hipertensão – Aviso médico –

Classificação e recursos externos.

Um esfigmomanômetro eletrônico

CID-10 I10.,I11.,I12.,I13.,I15.
CID-9 401
OMIM 145500
DiseasesDB 6330
MedlinePlus 000468
A hipertensão arterial (HTA), hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro(aparelho de pressão) ou tensiômetro, tendo como causas a hereditariedade, a obesidade, osedentarismo, o alcoolismo, o estresse, o fumo e outras causas.[1]Pessoas negras possuem mais risco de serem hipertensas.[2] A sua incidência aumenta com a idade, mas também pode ocorrer na juventude.[3]Existe um problema para diferenciar a pressão alta da pressão considerável normal. Ocorre variabilidade entre a pressão diastólica e a pressão sistólica e é difícil determinar o que seria considerado normal e anormal neste caso. Alguns estudos farmacológicos antigos criaram um mito de que a pressão diastólica elevada seria mais comprometedora da saúde que a sistólica. Na realidade, um aumento nas duas é fator de risco.[4][5]Considera-se hipertenso o indivíduo que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90 mmHg ou 14×9, durante seguidos exames, de acordo com o protocolo médico. Ou seja, uma única medida de pressão não é suficiente para determinar a patologia.[1][2]A situação 14×9 inspira cuidados e atenção médica pelo risco cardiovascular.

Pressões arteriais elevadas provocam alterações nos vasos sanguíneos e na musculatura do coração. Pode ocorrer hipertrofia do ventrículo esquerdo, acidente vascular cerebral (AVC),infarto do miocárdio, morte súbita, insuficiências renal e cardíacas, etc.[6]

O tratamento pode ser medicamentoso e/ou associado com um estilo de vida mais saudável. De forma estratégica, pacientes com índices na faixa 85-94 mmHg (pressão diastólica) inicialmente não recebem tratamento farmacológico.[6]

O termo prevalência indica o número de doentes em um determinado momento. A prevalência da hipertensão arterial no Brasil foi levantada por amostras em algumas cidades. Estes estudos mostraram uma variação de 22,3% a 43,9% de indivíduos hipertensos conforme a cidade considerada. Pode estimar assim que entre uma a duas pessoas a cada cinco são hipertensas. Em 2004, 35% da população brasileira acima de 40 anos estava hipertensa.[2]Acredita-se que 20% da população mundial apresente o problema.[3]

A proporção de óbitos por doença cardiovascular no Brasil em 2007, segundo dados do DATASUS, foi de 29,4%. Dentro deste grupo, a distribuição por doença foi como abaixo:[7]

Óbitos por Doenças Cardiovasculares (29,4% do total) Percentual
Acidente vascular cerebral 31,4%
Doença isquêmica do coração 30,0%
Hipertensão arterial 12,8%
Outras 25,1%

Fatores de risco
A hipertensão arterial pode ou não surgir em qualquer indivíduo, em qualquer época de sua vida, mas algumas situações aumentam o risco. Dentro dos grupos de pessoas que apresentam estas situações, um maior número de indivíduos será hipertenso. Como nem todos terão hipertensão, mas o risco é maior, estas situações são chamadas de fatores de risco para hipertensão. São fatores de risco conhecidos para hipertensão:[7]

Idade: Aumenta o risco com o aumento da idade.[3]
Sexo: Até os cinquenta anos, mais homens que mulheres desenvolvem hipertensão. Após os cinquenta anos, mais mulheres que homens desenvolvem a doença.
Etnia: Mulheres afrodescendentes têm risco maior de hipertensão que mulheres caucasianas.[8]
Nível socioeconômico: Classes de menor nível sócio-econômico têm maior chance de desenvolver hipertensão.

por bispojosimar Postado em Saude

Diabete

Diabete
17-07-2011 06:15

O que é

É uma disfunção do metabolismo, ou seja, do jeito com que o organismo usa a digestão dos alimentos para crescer e produzir energia. A maioria das comidas que comemos é quebradaem partículas de glicose, u

m tipo de açúcar que fica no sangue. Esta substância é o principal combustível para o corpo.

Depois da digestão, a glicose passa para a corrente sanguínea, onde é utilizada pelas células para crescer e produzir energia. No entanto, para que a glicose possa adentrar as células, ela precisa da ajuda de uma outra substância, a insulina. A insulina é um hormônio produzido no pâncreas, uma grande glândula localizada atrás do estômago. Quando nos alimentamos, o pâncreas produz automaticamente a quantidade certa de insulina necessária para mover a glicose do sangue para as células do corpo. Nas pessoas com diabetes, porém, o pâncreas produz pouca insulina ou então as células não respondem da forma esperada à insulina produzida. O que acontece? A glicose do sangue vai direto para a urina sem que o corpo se aproveite dela. Ou então fica no sangue, aumenta o que se chama de glicemia (concentração de glicose) e também não é aproveitada pelas células. Deste modo, o corpo perde sua principal fonte de combustível, pois há glicose no sangue, mas ela não pode ser jogada fora sem ser utilizada.

Quais os tipos existentes de diabetes?
Diabetes do tipo 1
Diabetes do tipo 2
Diabetes gestacional

Diabetes tipo 1
Este tipo de diabetes é uma doença auto-imune. O que significa isto? Significa que o sistema que seria responsável por defender o corpo de infecções (o sistema imunológico) atua de forma contrária e acaba lutando contra uma parte do próprio organismo. No diabetes, por exemplo, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, matando-as. Assim, este órgão passa a produzir pouca ou nenhuma insulina. Por conta disso, quem tem diabetes do tipo 1 deve tomar insulina todos os dias.

Diabetes do tipo 2
Esta é a forma mais comum do diabetes. Entre 90% a 95% das pessoas que são diagnosticadas com esta doença, tem o tipo 2. Este diabetes está associada à velhice, obesidade, histórico da moléstia na família e de diabetes gestacional, além do sedentarismo. Nada menos do que 80% das pessoas que têm diabetes tipo 2 estão acima do peso ideal.

Por causa do aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, já que as dietas de hoje em dia não são nada saudáveis, esta doença tem aumentando nestas faixas etárias. Nesta doença, quase sempre o pâncreas produz a quantidade suficiente de insulina, mas, por razões desconhecidas, o corpo não consegue utilizar esta substância de forma efetiva. A este problema dá-se o nome de resistência à insulina. Depois de alguns anos de resistência, a produção desta substância acaba diminuindo. O resultado é o mesmo de diabetes do tipo 1: a glicose produzida na digestão não é utilizada como combustível pelo corpo.

Este tipo de diabetes pode causar sérias complicações. Por isso, é muito importante reconhecer os sintomas desta doença. Eles desenvolvem-se de forma gradual. Ao contrário do que ocorre na do tipo 1, eles não aparecem repentinamente. Mas podem ser bastante parecidos e são reflexos do aumento da quantidade de açúcar no sangue:

Cansaço extremo
Náusea
Aumento da quantidade de urina
Sede além do normal
Perda de peso
Visão embaçada
Infecções freqüentes

Há outros sintomas menos freqüentes e mais graves:
Dificuldade de curar cortes e machucados
Coceira na pele (geralmente na área vaginal ou da virilha)
Perda da visão
Impotência

Algumas pessoas, no entanto, não apresentam sintomas.

Diabetes gestacional

É uma doença caracterizada pelo aumento do nível de açúcar no sangue que aparece pela primeira vez na gravidez. Este problema acontece em cerca de 4% das mulheres que ficam grávidas. Ela pode desaparecer depois do parto ou transformar-se num diabetes do tipo 2.

por bispojosimar Postado em Saude